Olheiras: os principais tipos e suas causas

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Não importa a coloração, quando surgem é impossível não se incomodar com elas. Entenda melhor os tipos e as principais causas.

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Há quem diga, que os olhos são o espelho da alma, alguns são fáceis de decifrar, outros nem tanto. É fato, nossos olhos são um ponto marcante e único em nossos rostos, entretanto, algumas mulheres independentemente da idade acabam sofrendo com um problema que nem sempre é fácil de resolver: as olheiras, que podem aparecer até em crianças.

Sua principal característica é o escurecimento na parte de baixo ou no contorno dos olhos. Apesar de não possuir um estudo específico, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) afirma que o problema é comum e que pode surgir em qualquer fase da vida e se manifesta em todas as colorações de pele, entretanto, costuma ser mais acentuada em pessoas indianas, asiáticas e árabes ou que possuem ascendência destas etnias.

Podemos listar quatro tipos de olheiras e as suas principais causas, são elas:

  • Pigmentar: acontece por conta do aumento da melanina na pele daquela região, ocasionando na alteração da cor da área, podendo variar entre os diferentes tons de castanho. Outra possível causa dessa pigmentação seria a de algum processo inflamatório, como por exemplo, alergias (rinite); 
  • Vascular: ocorre devido ao aumento da vascularização podendo ou não ser influenciada pela congestão dos vasos presentes naquela região, e geralmente, possui coloração que varia do rosa ao arroxeado.
  • Edema: pode ocorrer devido a alguma mudança transitória, fisiológica ou ainda pelo surgimento de bolsas de gordura;
  • Estrutural: causada pela estrutura óssea da face. Pessoas com olhos “fundos”, podem sofrer um escurecimento “natural” causado pela profundidade que a região possui.

Além disso, questões ligadas a má-circulação podem agravar o problema, mas podemos citar outros fatores que influenciam, como fumar, estresse, excesso de sol e de bebidas alcoólicas e poucas horas de sono. Contudo, é possível controlá-las por meio de tratamentos e de hábitos simples, como dormir pelo menos oito horas por dia, fazer atividade física e manter uma boa e equilibrada alimentação.

Fontes: