Existe relação entre cabelo oleoso e pele oleosa?

A oleosidade natural dos fios e da face, quando equilibrada é benéfica, entretanto o seu excesso leva a vários problemas, saiba como identificar.

Foto: Freepik

Lidar com esse problema no dia a dia, pode ser cansativo e desagradável, mas com os produtos e cuidados certos, podemos controlar e reequilibrar a produção sebácea de ambas as áreas. Mas será que existe alguma relação entre quem tem pele oleosa e cabelo oleoso? Sim, mas não é uma regra. O aparecimento simultâneo desse problema pode ser explicado quando há um descontrole na produção de sebo pelas glândulas sebáceas, atingindo e afetando principalmente a região da raiz do cabelo e da face.

Como identificar

É muito simples, em um geral, basta reparar se a face é brilhosa, se possui poros dilatados e se tem a presença de cravos e espinhas. Já para os cabelos, verifique se possui aparência engordurada e se o couro apresenta descamação. Essa descamação é conhecida como dermatite seborreica e pode evoluir para um quadro de caspa.

Quais são os possíveis causadores

São vários os fatores que podem influenciar esse revés, desde fatores externos como, calor, umidade, mudanças bruscas de temperatura, como fatores mais internos, a exemplo de predisposição genética, puberdade e desequilíbrios hormonais, como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP).

Como cuidar

No caso dos fios, cuidados como temperatura da água, método de lavagem, escolha correta de produtos capilares para reequilibrar a produção sebácea são essenciais, isso tudo pode ser combinado com uma alimentação mais rica e equilibrada, evitando alimentos gordurosos. O mesmo vale para o cuidado com a cútis, fazer o uso de produtos específicos para o controle de oleosidade, uso correto do filtro solar, cremes hidratantes oil free, pois até mesmo a pele oleosa precisa ser hidratada. Você ainda pode apostar em máscaras e cremes com ácidos retinóicos, salicílico ou glicólicos, esfoliação da pele de 15 em 15 dias e em dermocosméticos que possuem ação matificante.

Se após todos esses cuidados esses sintomas persistirem, procure um profissional da área para um tratamento mais especializado e individualizado.

Fontes: